Zebra MC34 — Agilidade e precisão para estoques dinâmicos
- Quando escolher: inventário geral, logística, operações rápidas
- Destaques: Android, troca rápida de bateria, scanner 2D
- Perfil: empresas com alto giro e necessidade de confiabilidade Zebra
Inventários rápidos, precisos e integrados são um desafio constante em logística, indústria, varejo e e-commerce. Este guia aprofunda o papel dos coletores de dados como pilares da rastreabilidade moderna — e mostra como escolher o modelo ideal para cada tipo de operação.
O inventário deixou de ser apenas uma obrigação fiscal ou uma atividade pontual para as equipes de logística: hoje, ele é parte estratégica da operação. O avanço do e-commerce, a necessidade de giro rápido de estoque, a diversificação de SKUs e o crescimento dos centros de distribuição aumentaram a pressão por inventários precisos e frequentes. Nesse cenário, a automação é mais do que desejável — é inevitável.
A Codeprint, com quase duas décadas apoiando operações industriais, varejistas e logísticas no Brasil, observa um movimento claro: empresas que ainda dependem de contagem manual ou planilhas enfrentam perdas financeiras, retrabalho e lentidão operacional que poderiam ser facilmente evitados.
O coletor de dados é uma evolução direta do leitor de código de barras tradicional. Ele combina leitura, processamento, comunicação com sistemas e registro automático — tudo em um único dispositivo. Isso muda completamente o nível de precisão e velocidade com que um inventário pode ser executado.
Em um país onde rupturas e divergências de estoque continuam entre as maiores causas de perda financeira no varejo e na indústria, os coletores se tornaram uma peça-chave para reduzir incertezas. Hoje, praticamente todos os grandes operadores logísticos do país utilizam coletores como parte do fluxo padrão de inventário.
Escolher o coletor errado significa lentidão, falhas, quebras ou incompatibilidade com o seu sistema. À primeira vista, os modelos do mercado podem parecer similares, mas cada detalhe faz enorme diferença na prática.
1D, 2D ou longo alcance — impacta diretamente a velocidade da contagem.
Importante para quedas, poeira, câmaras frias ou empilhamento vertical.
Turnos completos exigem baterias de longa duração.
Wi-Fi, Wi-Fi 6, Bluetooth ou 4G, dependendo do ambiente.
Formato pistola ou smartphone influencia diretamente o desempenho.
Android é padrão global, fácil de integrar e treinar.
O sistema precisa conversar com o coletor — e isso define metade do projeto.
Muitos dos erros ou lentidão em contagens vêm do tipo de scanner inadequado. Diferentes espaços exigem diferentes tecnologias de leitura — especialmente quando há estruturas verticais, etiquetas danificadas, baixa iluminação ou produtos embalados em filme plástico.
Adequado apenas para códigos simples. Hoje, está em desuso para inventários profissionais, mas ainda aparece em operações pequenas ou de baixo orçamento.
Tecnologia dominante. Lê códigos 1D e 2D, QR Codes, Datamatrix, etiquetas pequenas e até danificadas. Também captura códigos em telas, embalagens refletivas e superfícies irregulares.
Perfeito para centros de distribuição, armazéns verticalizados e câmaras frias. Permite que o operador leia códigos no topo de pallets empilhados sem a necessidade de elevar o coletor ou subir em estruturas.
| Scanner | Uso Ideal | Modelos Recomendados |
|---|---|---|
| 2D Padrão | Inventário geral, varejo, logística | Zebra MC34, Honeywell EDA61K, Zebra TC22 |
| Longo Alcance | CDs, armazéns altos, câmaras frias | Urovo RT40, Honeywell CK65 |
Inventários são intensivos: quedas acidentais, colisões, poeira, estruturas metálicas e ambientes gelados fazem parte da rotina.
Para operações críticas, robustez deixa de ser diferencial e se torna obrigação.
Em inventários rotativos, cíclicos ou gerais, o coletor deve durar o turno inteiro. Um erro comum é adquirir modelos com bateria limitada, causando pausas constantes, trocas de equipamento ou interrupções na contagem.
A conectividade define como os dados chegam ao sistema.
O Zebra TC22 já vem com Wi-Fi 6/6E e está entre os mais modernos da categoria.
O formato muda completamente a velocidade do inventário.
Preferido para inventários longos e intensos.
Ideal para lojas, varejo e inventários leves.
O nível de automação do inventário revela a maturidade operacional da empresa. A seguir, um resumo da evolução típica observada em operações atendidas pela Codeprint:
Contagem com papel e planilha. Alto risco e lentidão.
Uso de leitores simples conectados ao computador.
Integração com ERP e processos mais confiáveis.
Inventário contínuo, IoT, RFID e análises preditivas.
Desde 01/04/2005 a Codeprint atua no mercado de AIDC (automação de identificação e captura de dados) e comercializa impressoras de etiquetas, leitores de códigos de barras, coletores de dados e RFID, além de serviços de instalação, configuração e suporte técnico. Oferecemos produtos e serviços para empresas de todos os portes e setores.
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