Coletor de Dados Honeywell CT60
Especialistas Codeprint respondem em poucos minutos, no horário comercial
Sete da manhã, a van sai da base e o coletor precisa saber exatamente onde está
O técnico assina a ordem de serviço no cliente, o entregador registra o canhoto na calçada, o supervisor acompanha a rota do escritório. Nenhuma dessas três coisas acontece dentro do Wi-Fi da empresa. O Honeywell CT60 foi desenhado exatamente para esse trecho da operação — desde que o part number escolhido seja o de rede móvel, o único que traz o receptor GNSS com GPS, GLONASS, Galileo e BeiDou.
O que é o Honeywell CT60 e onde ele se encaixa
O Honeywell CT60 é um coletor de dados Android em formato de smartphone corporativo, construído sobre a plataforma Mobility Edge, com tela de 4,7 polegadas, processador Qualcomm Snapdragon 660 octa-core de 2,2 GHz e leitor de código de barras 1D/2D integrado. Foi projetado para operações que circulam entre o armazém, a loja e a rua.
No portfólio Honeywell, o CT60 fica entre os coletores de varejo mais leves e os terminais ultrarrobustos com teclado físico. Pesa 350 g, cabe em um coldre de cinto e é operado como um celular — mas suporta queda de 2,4 m em concreto e carrega selo IP65 e IP67.
O que define o posicionamento comercial deste modelo, porém, não aparece na tela: é o rádio. As versões CT60L1N acrescentam WWAN 4G LTE e um receptor GNSS que opera simultaneamente com GPS, GLONASS, Galileo e BeiDou. As versões CT60L0N são somente Wi-Fi e, conforme o guia do usuário da Honeywell, não trazem esse receptor.
Operações que ganham com o CT60 em campo
O Honeywell CT60 é indicado para equipes que precisam registrar dados fora da cobertura Wi-Fi da empresa e voltar com informação confiável: assistência técnica externa, coleta e entrega, transporte, além de operações internas de varejo e estoque que pedem um aparelho leve.
O que o CT60 muda na rotina da equipe
Os ganhos do Honeywell CT60 se concentram em quatro pontos: manter a equipe conectada fora do prédio, localizar o atendimento sem depender do relato do operador, aguentar o dia inteiro e sobreviver à rua. Cada recurso abaixo vem com a situação em que ele realmente pesa.
Nas versões WWAN, o receptor trabalha com A-GPS, GLONASS, Galileo e BeiDou ao mesmo tempo, sobre o motor de posicionamento Qualcomm Gen9. Faz diferença em rua estreita, entre prédios altos e sob marquise, onde um receptor limitado a uma constelação demora a fixar posição.
A Honeywell declara até 400 Mbps de downlink em LTE CAT13, além de 3G UMTS/HSPA+ e GSM/GPRS/EDGE quad-band. Faz diferença quando o aplicativo precisa baixar catálogo ou manual técnico já na porta do cliente.
Li-Ion de 3,6 V, 12 horas ou mais de operação declaradas e monitoramento de saúde da célula. Faz diferença em frota grande: dá para identificar a bateria que está envelhecendo antes de ela derrubar uma rota.
Corpo de 160 x 82,5 x 19 mm, tela capacitiva de 4,7" com troca automática entre modo dedo e modo luva, sobre a base comum de hardware e software da Honeywell. Faz diferença para quem carrega o aparelho no cinto o dia inteiro e para quem já opera outro equipamento Mobility Edge e quer reaproveitar homologação de aplicativo e política de MDM.
Três detalhes do CT60 que decidem o projeto
No Honeywell CT60, três escolhas explicam quase toda a diferença entre uma configuração e outra: a presença ou não do rádio WWAN, o motor de leitura instalado e o comportamento na troca de bateria. As três estão amarradas ao part number e nenhuma pode ser corrigida depois da entrega.
CT60L0N ou CT60L1N: onde mora o GPS
O que é: a família CT60L0N é somente WLAN; a CT60L1N acrescenta o rádio WWAN para dados e voz em rede celular.
Por que existe: o guia do usuário da Honeywell é explícito ao dizer que os modelos WWAN também incluem o receptor GPS integrado, com suporte simultâneo a GPS, GLONASS, Galileo e BeiDou. O posicionamento não é item separado de catálogo: ele viaja junto com o módulo celular.
Quando importa: sempre que a operação sai do prédio. Se o projeto prevê rastreio de rota ou comprovação de entrega com coordenada, a configuração precisa ser CT60L1N — uma CT60L0N não resolve com acessório nem com software.
O motor de leitura decide mais do que a leitura
O que é: o CT60 sai com um de três imagers slim — N6603SR e N6703SR, de alcance padrão, ou N6703HD, para códigos de alta densidade.
Por que existe: etiqueta de caixa em doca e código minúsculo de componente eletrônico não pedem a mesma óptica.
Quando importa: essa escolha carrega mais coisa do que parece. Segundo a folha de dados, o vidro Gorilla Glass 5 e o warm swap de bateria estão associados justamente às versões com N6703SR e N6703HD. A lista de simbologias deve ser confirmada na documentação do motor escolhido.
Warm swap: um minuto para trocar a bateria
O que é: um modo que dá cerca de um minuto para substituir a bateria sem desligar o equipamento.
Por que existe: desligar no meio do turno encerra a sessão do aplicativo e obriga o operador a refazer login.
Quando importa: em operação de dois turnos ou rota longa que consome mais de uma carga. O manual da Honeywell registra que o recurso não está presente em todos os modelos, então ele precisa ser confirmado pelo part number.
Situações de campo que o CT60 destrava
O Honeywell CT60 responde a quatro dores clássicas de quem opera fora do prédio: dado que só chega no fim do dia, atendimento sem comprovação de local, celular comum que não aguenta a rotina e aparelho que descarrega no meio da rota. Abaixo, cada uma com a consequência e o que muda.
Um dia de rota com o CT60
O Honeywell CT60 pode operar com aplicativos de WMS, ERP, roteirização ou sistemas próprios, conforme a solução adotada pela empresa. Os cenários abaixo descrevem usos típicos do equipamento; a integração com o sistema de gestão depende do software e precisa ser validada no projeto.
Perguntas a responder antes de fechar o part number do CT60
A configuração do Honeywell CT60 é definida pelo part number, e cinco decisões respondem pela maior parte da diferença entre as versões: rádio, motor de leitura, troca de bateria, serviços Google e memória. Responder às perguntas abaixo antes da cotação evita descobrir a limitação com a frota já na rua.
CT60 ou CK65: rua ou armazém
CT60 e CK65 são os dois coletores Mobility Edge que mais aparecem juntos numa mesma cotação, e a escolha entre eles quase nunca é de desempenho. O Honeywell CT60 é o aparelho de quem trabalha fora do prédio; o CK65 é o terminal de quem passa o turno inteiro dentro do armazém, com teclado físico e bateria muito maior.
Na prática: se a equipe passa o dia dirigindo, entregando ou atendendo cliente, o CT60 é o formato certo. Se a operação é leitura intensiva dentro do galpão, com digitação de código e turnos longos, o Honeywell CK65 entrega teclado físico, bateria de 28 horas e mais margem de queda. Para uma geração com 5G e Wi-Fi 6E, o caminho é o Honeywell CT47.
Acessórios do Honeywell CT60 que entram em projeto de campo
O guia de acessórios do Honeywell CT60 cobre bases de carga, carregadores de bateria, fixação veicular e proteção de transporte. Para operação externa, os itens mais frequentes são o dock veicular e o carregador múltiplo de baterias. A compatibilidade de cada peça deve ser confirmada conforme o part number do equipamento.
Quando o CT60 não é o equipamento indicado
O Honeywell CT60 não atende bem quatro situações: digitação intensiva de códigos, leitura a vários metros, câmara fria e projetos novos que exigem 5G. Conhecer esses limites antes da compra sai mais barato do que corrigir a escolha depois — e em todos os casos existe um caminho melhor no próprio portfólio Honeywell.
Preço do Honeywell CT60 e como solicitar cotação
O preço do Honeywell CT60 é informado sob consulta porque varia conforme quantidade, part number, presença ou não do rádio WWAN, motor de leitura, memória, versão GMS ou non-GMS, acessórios e condições comerciais. Um CT60 Wi-Fi de entrada e um CT60L1N com 4G, GPS e dock veicular são projetos financeiramente diferentes.
Para receber uma cotação precisa já na primeira resposta, informe: quantidade de aparelhos, se a operação sai da cobertura Wi-Fi, se o aplicativo precisa de geolocalização, qual sistema será usado e quais acessórios de carga entram no projeto.
Por que cotar o CT60 com a Codeprint
Comprar o Honeywell CT60 com a Codeprint significa cotar com uma empresa que atua há mais de 20 anos em captura de dados e identificação automática, com atendimento B2B em todo o Brasil, apoio na validação do part number e equipamentos entregues com garantia oficial do fabricante.
No caso deste modelo, boa parte do valor da consultoria está em um detalhe que passa despercebido em orçamento de catálogo: a diferença entre um part number CT60L0N e um CT60L1N define se a sua equipe vai ter ou não 4G e GPS em campo. Confirmamos esse ponto — junto com motor de leitura, memória, versão GMS e acessórios — antes de emitir a proposta.
Perguntas frequentes sobre o Honeywell CT60
O Honeywell CT60 tem GPS?
Depende da configuração. Conforme o guia do usuário da Honeywell, os modelos CT60L1N, com rádio WWAN, incluem receptor GPS integrado com suporte simultâneo a GPS, GLONASS, Galileo e BeiDou. Os modelos CT60L0N são somente Wi-Fi e não trazem esse receptor.
O CT60 aceita chip de operadora?
As versões WWAN aceitam. A Honeywell declara LTE com downlink de até 400 Mbps em CAT13, bandas FDD 1 a 29 e TDD 38 a 41, além de 3G UMTS/HSPA+ e GSM/GPRS/EDGE quad-band, com suporte a voz. As bandas homologadas para o Brasil devem ser confirmadas pelo part number antes do pedido.
Qual versão de Android o CT60 roda?
A folha de dados da Honeywell informa versões garantidas do Android 7.1 até pelo menos o Android 11/R, com suporte comprometido para Android 12 e 13 sujeito a viabilidade técnica. A versão de fábrica varia conforme o part number e o lote, e deve ser confirmada no momento da compra.
Dá para trocar a bateria do CT60 sem desligar o aparelho?
Parcialmente. A folha de dados descreve um recurso de warm swap que dá cerca de um minuto para a troca, disponível nos modelos com leitores N6703SR e N6703HD; o manual registra que o recurso não está em todos os modelos. A bateria é Li-Ion de 3,6 V e 4.040 mAh, removível, com diagnóstico integrado.
O CT60 aguenta chuva e queda na rua?
A Honeywell especifica IP65 e IP67, queda de 2,4 m em concreto à temperatura ambiente, 1,5 m ao longo da faixa de temperatura e 1,2 m a −20 °C, além de mais de 1.000 tombos de 1,0 m. A faixa de operação é de −20 °C a 50 °C, com umidade de 0% a 95% sem condensação.
O CT60 funciona com o WMS ou o ERP da minha empresa? Que códigos ele lê?
O CT60 roda Android e pode operar com aplicativos de WMS, ERP, roteirização ou desenvolvidos internamente. Não existe integração automática: a compatibilidade depende do software e da necessidade ou não de serviços Google, já que há versões GMS e non-GMS. Valide isso com o fornecedor do sistema antes de fechar a frota. Na leitura, o CT60 decodifica códigos 1D e 2D, incluindo QR Code, pelos imagers N6603SR, N6703SR ou N6703HD.
Qual o preço do Honeywell CT60?
O preço é informado sob consulta, porque muda conforme part number, presença de 4G e GPS, motor de leitura, memória, versão GMS ou non-GMS, acessórios e quantidade. A Codeprint envia a cotação depois de confirmar qual configuração atende a operação.
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Antes de fechar: a sua operação precisa de GPS?
No CT60, o GPS e o 4G vêm no mesmo part number — e ninguém adiciona isso depois. Diga à Codeprint se a equipe trabalha fora da cobertura Wi-Fi e quantos aparelhos serão necessários, que indicamos a configuração correta junto com a cotação.
Informações técnicas verificadas na documentação oficial do fabricante em julho de 2026. Especificações podem variar conforme o part number e a configuração adquirida.