Coletor de Dados Chainway C61

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Revenda autorizada Zebra, Honeywell, Urovo e Chainway
Mais de 20 anos no mercado
Garantia: direto com o fabricante

Especialistas Codeprint respondem em poucos minutos, no horário comercial

Chainway Série C6x · Coletor com teclado físico e RFID UHF opcional

Chainway C61: o teclado físico que a operação já conhece, com a opção de ler a etiqueta sem mirar nela

O diferencial que define o C61 é a combinação de duas coisas que raramente aparecem juntas: um teclado físico de até 47 teclas, para quem digita código o dia inteiro, e um módulo RFID UHF opcional baseado em chips Impinj E Series, com leitura declarada de mais de 27 metros e mais de 1.300 tags por segundo. Um mesmo aparelho cobre a conferência item a item e o inventário por radiofrequência.

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Teclado 27, 37 ou 47 teclas
RFID UHF opcional
Bateria 6.700 mAh removível
Hot swap
IP65 · queda de 1,8 m
Android 11/13

O que é o Chainway C61

O Chainway C61 é um coletor de dados Android com teclado físico, tela de 4 polegadas (800 × 480) e processador octa-core de 2,0 GHz, oferecido com módulo RFID UHF opcional. Segundo a documentação do fabricante, ele opera com Android 11/13 e foi construído para operações de armazém, indústria e varejo que combinam digitação intensa e contagem de estoque.

Dentro da série C6x da Chainway, o C61 ocupa a faixa dos equipamentos de trabalho pesado com entrada por teclas. A tela é pequena de propósito, para sobrar espaço físico ao teclado de 27, 37 ou 47 teclas e às teclas laterais de disparo. Quem opera com luva ou sem olhar para a tela ganha com esse desenho; quem precisa exibir listas longas está olhando para a categoria errada.

A parte que mais muda o projeto é o RFID. Na configuração com UHF, a Chainway informa módulo baseado em chips Impinj E Series, protocolo EPC Class 1 Gen2 / ISO 18000-6C, potência ajustável de +5 dBm a +30 dBm (com opção de 2 W), taxa de mais de 1.300 tags por segundo e alcance máximo declarado acima de 27 metros com tag de referência — uma capacidade de leitura em massa que o código de barras não tem.

Operações em que o Chainway C61 se encaixa bem

O Chainway C61 é indicado para operações com dois perfis somados: muita digitação de código, quantidade ou lote, e necessidade de contagem rápida de volume. Armazéns, centros de distribuição, chão de fábrica, controle de ativos e retaguarda de varejo são os ambientes onde o teclado físico e o RFID UHF opcional se pagam mais rápido.

Inventário de estoqueContagem cíclica ou geral em que o item está dentro de caixa, sobre pallet ou fora da linha de visão. Com etiquetas UHF aplicadas, a leitura acontece por aproximação, sem posicionar o feixe em cada código.
Picking com digitação de quantidadeSeparação em que o operador confirma a quantidade separada a cada linha do pedido. Digitar em tecla física, com retorno tátil, é mais rápido e gera menos erro do que teclado virtual em tela de 4 polegadas.
Controle de ativosFerramentas, moldes, equipamentos de TI e bens patrimoniais etiquetados com tag UHF, em que a auditoria periódica precisa varrer uma sala ou um contêiner inteiro em vez de manusear item por item.
Manufatura e apontamento de produçãoRegistro de ordem, lote e refugo em posto fixo ou móvel, onde o operador trabalha de luva e a entrada por teclas evita erro de toque na tela.

O que o C61 muda na rotina do operador

Os ganhos do Chainway C61 se concentram em três frentes: velocidade de entrada de dados, autonomia de turno e mudança de método na contagem de estoque. Cada item abaixo traz o recurso, o efeito prático e a situação em que ele realmente pesa na decisão de compra.

Teclado físico de 27, 37 ou 47 teclas

Três layouts: numérico enxuto, intermediário e alfanumérico completo. Faz diferença quando o processo exige digitar lote, série ou observação de texto — no teclado virtual de uma tela de 4", isso vira gargalo.

RFID UHF opcional com chip Impinj E Series

Leitura declarada acima de 27 m e mais de 1.300 tags/segundo, em EPC C1 Gen2 / ISO 18000-6C. Faz diferença em inventário de alto volume, onde a contagem deixa de ser item a item e passa a ser por varredura.

Bateria de 6.700 mAh removível com hot swap

Troca sem desligar o aparelho, com carga rápida QC 3.0. Faz diferença em operação de dois ou três turnos, quando não há janela para deixar o coletor parado no berço carregando.

Ampla escolha de motor de leitura

A Chainway lista opções Zebra (SE4710, SE55, SE4750 SR/MR/DP, SE4850), Honeywell (N6603, N6703) e CM60. Faz diferença quando há etiqueta danificada ou código muito pequeno.

Robustez IP65 com queda de 1,8 m

Vedação IP65, quedas de 1,8 m em concreto (ao menos 20 repetições) e 1.000 tombos de 0,5 m. Faz diferença em doca e chão de fábrica, onde a queda de altura de cintura é rotina e não exceção.

Teclado, RFID e bateria: os três pontos que definem o C61

Praticamente toda decisão de compra do Chainway C61 passa por três escolhas: qual layout de teclado, se o módulo RFID UHF entra ou não, e como a energia será gerenciada ao longo do turno. Entender o efeito de cada uma evita pagar por recurso ocioso ou descobrir tarde que faltou capacidade.

27, 37 ou 47 teclas: quanto teclado a sua operação precisa

O que é: três layouts de teclado físico, além das teclas laterais (duas de leitura, duas de volume e uma configurável).
Por que existe: contar quantidade exige números; registrar lote alfanumérico ou observação de avaria exige letras.
Quando importa: se o aplicativo só pede quantidade, o layout de 27 teclas cobre e mantém as teclas maiores, o que ajuda no uso com luva. Se há campos de texto no fluxo, o de 47 teclas evita alternar para o teclado virtual dezenas de vezes por hora.

O que muda quando o inventário passa a ser por radiofrequência

O que é: na versão UHF, o C61 lê tags EPC C1 Gen2 / ISO 18000-6C com módulo Impinj E Series, antena de polarização circular, potência ajustável de +5 dBm a +30 dBm (2 W opcional) e faixas de 865-868 MHz, 902-928 MHz ou 920-925 MHz conforme a região.
Por que existe: o código de barras exige linha de visão e um disparo por item; a etiqueta UHF responde em lote, mesmo dentro de uma caixa fechada.
Quando importa: quando o gargalo é o tempo de inventário, não a precisão do leitor. A contrapartida é que o projeto passa a incluir etiquetagem UHF, homologação da faixa de frequência no Brasil e ajuste de potência para não capturar estantes vizinhas — por isso o módulo é opcional.

Por que o RFID muda a conta da bateria

O que é: a bateria principal de 6.700 mAh é removível e suporta troca a quente; a empunhadura opcional acrescenta 5.200 mAh, apresentados pela Chainway como 11.900 mAh combinados.
Por que existe: a leitura RFID contínua consome bem mais energia que o código de barras, porque o rádio transmite potência para energizar as tags.
Quando importa: em uso intensivo de UHF, dimensionar energia deixa de ser detalhe. A autonomia real varia conforme potência, densidade de tags e tempo de tela ligada, e deve ser validada em piloto.

Problemas de operação que o Chainway C61 endereça

O Chainway C61 responde a três situações comuns em armazém e produção: inventário que consome dias inteiros, digitação lenta em teclado virtual e etiqueta de código de barras que simplesmente não decodifica. Abaixo, cada problema aparece com a consequência prática e com o que a configuração certa do equipamento muda.

O inventário para a operação por dias Consequência: a contagem item a item exige mobilizar equipe extra, parar expedição e ainda assim conviver com divergência de saldo. Como o C61 ajuda: Com o módulo UHF e o estoque etiquetado, a leitura passa a ser por varredura — a Chainway declara mais de 1.300 tags por segundo, o que muda a ordem de grandeza do tempo de contagem.
Digitar quantidade no teclado da tela trava o ritmo Consequência: o operador de luva erra o toque, corrige, e o tempo por linha de pedido sobe sem ninguém perceber onde. Como o C61 ajuda: Teclado físico com retorno tátil, em três densidades, permite digitar sem olhar para a tela e sem tirar a luva.
Etiqueta suja ou impressa em baixa qualidade não lê Consequência: o operador insiste no disparo, desiste e digita o código na mão, o que multiplica o erro. Como o C61 ajuda: A lista de motores disponíveis inclui engines de alto desempenho de Zebra e Honeywell; escolher a adequada às suas etiquetas é parte da definição do part number.

Como o C61 aparece no fluxo de trabalho

O Chainway C61 roda Android e pode operar com aplicativos corporativos de WMS, ERP ou desenvolvidos internamente, conforme o sistema adotado pela empresa. Não existe integração automática: os cenários abaixo descrevem o uso do equipamento, e a comunicação com o sistema de gestão precisa ser validada com o fornecedor do software.

Recebimento:conferência de volumes na doca, com a divergência digitada direto no teclado físico.
Picking:leitura do endereço e do item com confirmação numérica em tecla física; as duas teclas laterais de disparo permitem empunhar o aparelho com qualquer mão.
Inventário por RFID:na configuração UHF, varredura de corredor ou de sala com a potência ajustada para limitar o alcance ao ponto desejado, evitando capturar tags vizinhas.
Controle de ativos:auditoria de patrimônio etiquetado, em que o C61 identifica o que está presente e o aplicativo aponta o que faltou.

Perguntas para definir o part number do C61

A configuração do Chainway C61 é definida no part number, e seis decisões respondem pela maior parte da diferença entre uma versão e outra: teclado, RFID, motor de leitura, memória, conectividade celular e faixa de temperatura. Responder às perguntas abaixo antes da cotação evita troca depois da entrega.

O operador digita texto ou apenas números?Texto puxa para o layout de 47 teclas; contagem simples é bem atendida pelo de 27 teclas, com teclas maiores.
O estoque está ou será etiquetado com tags UHF?Sem etiquetagem, o módulo RFID não entrega valor. Com etiquetagem, ele costuma ser a razão principal de escolher o C61.
Qual a condição das suas etiquetas de código de barras?Etiquetas pequenas, sujas ou mal impressas pedem uma engine de leitura mais robusta dentro da lista disponível.
Qual o peso do aplicativo corporativo?A Chainway lista combinações de 3 GB de RAM com 32 GB de armazenamento até 6 GB com 64 GB, além de microSD de até 256 GB.
A operação sai da área com Wi-Fi?A documentação do fabricante lista variantes com módulo celular e GPS, mas a disponibilidade dessas bandas no Brasil precisa ser confirmada pelo part number.
Há uso em câmara fria?A faixa padrão declarada é de −20 °C a 50 °C, e o fabricante indica versão para armazenagem refrigerada a partir de −30 °C.

C61 ou C66: teclas ou tela

O Chainway C61 e o Chainway C66 partem da mesma base de processador e do mesmo nível de robustez, mas resolvem necessidades opostas de interface. O C61 entrega teclado físico com tela de 4 polegadas; o C66 entrega tela de 5,5 polegadas sem teclado alfanumérico. A decisão é sobre como o operador entra com o dado.

Critério Chainway C61 Chainway C66
Entrada de dados Teclado físico de 27, 37 ou 47 teclas Touch, sem teclado alfanumérico
Tela 4" · 800 × 480 5,5" · 1440 × 720 (18:9)
RFID UHF Opcional, integrado (Impinj E Series) Opcional integrado ou via sled R6
Bateria principal 6.700 mAh removível 4.420 mAh ou 5.200 mAh removível
Proteção IP65 · queda de 1,8 m IP65 (IP67 opcional) · queda de 1,8 m

Na prática: se o fluxo tem digitação frequente e o operador trabalha de luva, o C61 é o caminho, com a vantagem adicional da bateria maior para sustentar leitura RFID contínua. Se o aplicativo exibe listas longas, fotos ou telas gráficas, a área de tela do Chainway C66 compensa mais. Para operações que só precisam de leitura 1D/2D com conectividade móvel, vale olhar também o Chainway C6000.

Acessórios que costumam entrar no projeto do C61

O Chainway C61 tem poucos acessórios que realmente mudam o resultado do projeto, e o principal deles é a empunhadura tipo pistola com bateria integrada. A compatibilidade de cada item deve ser confirmada conforme o part number, porque a configuração com RFID UHF altera dimensões e encaixe.

Empunhadura com bateria de 5.200 mAh:converte o C61 para formato pistola com gatilho e adiciona autonomia — o fabricante apresenta a capacidade combinada como 11.900 mAh.
Baterias sobressalentes de 6.700 mAh:mantêm o hot swap viável em turnos consecutivos, especialmente com RFID ligado.
Cartão microSD:expansão de armazenamento de até 256 GB, útil quando o aplicativo trabalha com base local ou registro de imagens.

Situações em que o C61 não é a indicação certa

O Chainway C61 tem limites claros, e conhecê-los antes do pedido evita frustração depois. Em quatro situações específicas há equipamento mais adequado — inclusive fora da Chainway — e apontar isso faz parte de orientar a configuração em vez de apenas vender o aparelho.

O aplicativo depende de tela grande.Quatro polegadas em 800 × 480 é pouco para listas extensas, mapas de armazém ou telas gráficas. Nesse caso, o Chainway C66 ou um coletor de tela maior atende melhor.
A operação exige queda acima de 1,8 m ou proteção contra imersão.O C61 é especificado em IP65 com queda de 1,8 m. Ambientes com risco de queda de altura maior ou com jato d'água intenso pedem terminais industriais como o Zebra MC9400.
O projeto exige ciclo de vida de plataforma formalmente declarado.Frotas padronizadas com compromisso contratual de anos de disponibilidade e suporte costumam se apoiar em fabricantes que publicam esse roadmap — caso do Zebra MC3450, também com teclado físico.
Não há e não haverá etiquetagem UHF.Sem tags, o módulo RFID é custo sem retorno; uma operação puramente de código de barras pode ser atendida por um coletor de teclado mais simples, como o Urovo DT40.

Preço do Chainway C61 e como comprar

O preço do Chainway C61 é informado sob consulta porque varia conforme quantidade, part number, presença do módulo RFID UHF, layout de teclado, motor de leitura, memória, empunhadura, acessórios e condições comerciais. Um C61 apenas com leitura 1D/2D e um C61 com UHF de 2 W e teclado de 47 teclas são projetos de faixas de investimento diferentes.

Para receber uma cotação precisa já na primeira resposta, informe: quantidade de aparelhos, se o estoque tem ou terá etiqueta UHF, qual layout de teclado a operação precisa, quantos turnos por dia e se haverá uso em ambiente refrigerado.

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Por que cotar o Chainway C61 com a Codeprint

A Codeprint atua há mais de 20 anos em captura de dados e identificação automática, com atendimento B2B em todo o Brasil. No caso do C61, o valor está em acertar a configuração: layout de teclado, presença ou não do módulo RFID UHF, faixa de frequência adequada à regulamentação brasileira, motor de leitura compatível com as suas etiquetas e dimensionamento de bateria. Nossa equipe discute esses pontos antes de emitir a proposta e entrega o equipamento com a garantia oficial do fabricante.

Perguntas frequentes sobre o Chainway C61

O RFID UHF do C61 vem de série ou é opcional?

É opcional. A Chainway oferece o C61 em versão apenas com leitura de código de barras e em versão com módulo UHF integrado, baseado em chips Impinj E Series, em EPC Class 1 Gen2 / ISO 18000-6C. A escolha é feita no part number.

Qual o alcance real de leitura RFID do C61?

A Chainway declara alcance máximo acima de 27 m com tag Impinj MR6 de referência. Na prática, o alcance depende do tipo de tag, do material etiquetado, da potência configurada (+5 dBm a +30 dBm, com 2 W opcional) e do ambiente: metal e líquido reduzem o desempenho.

A bateria do C61 é removível? Dá para trocar sem desligar?

Sim. A bateria principal é de 6.700 mAh, removível, com hot swap e carga rápida QC 3.0. A empunhadura opcional acrescenta 5.200 mAh, o que o fabricante apresenta como 11.900 mAh combinados. A autonomia efetiva varia bastante conforme o uso do rádio RFID.

Qual versão de Android o C61 usa?

A documentação oficial da Chainway apresenta o C61 como Android 11/13 — a versão entregue depende da configuração. O roadmap de atualização não está declarado nesta ficha e deve ser confirmado no momento da compra, conforme o part number escolhido.

O C61 aguenta armazém e chão de fábrica?

A Chainway especifica proteção IP65 conforme IEC, quedas de 1,8 m em concreto repetidas ao menos 20 vezes e 1.000 tombos de 0,5 m. A faixa de operação declarada é de −20 °C a 50 °C, com versão para armazenagem refrigerada a partir de −30 °C conforme a configuração.

O C61 tem 4G e GPS?

A documentação do fabricante lista variantes com módulo celular (bandas que variam por região) e recepção de GPS, GLONASS, BeiDou e Galileo. A disponibilidade para o Brasil deve ser confirmada pelo part number.

O C61 funciona com WMS e ERP?

O C61 roda Android e pode operar com aplicativos de WMS, ERP ou sistemas desenvolvidos internamente. Não há integração automática: a compatibilidade depende de como o aplicativo recebe a leitura de código de barras e os eventos de RFID, o que deve ser validado com o fornecedor do software.

Qual o preço do Chainway C61?

O preço é informado sob consulta, porque depende do part number, da presença do módulo RFID UHF, do layout de teclado, do motor de leitura, da memória e da quantidade. A Codeprint envia a cotação após confirmar qual configuração atende a operação.

Conteúdos e produtos relacionados

Com ou sem RFID UHF? Essa é a decisão do C61

O módulo UHF é definido no part number e não pode ser acrescentado depois. Conte para a Codeprint se o seu estoque já é etiquetado com tags UHF e qual layout de teclado a operação precisa — devolvemos a configuração recomendada junto com a cotação.

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Informações técnicas verificadas na documentação oficial do fabricante em julho de 2026. Especificações podem variar conforme o part number e a configuração adquirida.

Recursos principais

Teclado Integrado

Maior velocidade e precisão na entrada de dados.

Bateria Substituível

Permite trocas rápidas para manter a operação ativa.

Rede sem Fio

Permite integrar a impressora à rede sem necessidade de cabos.

Leitura RFID

Identificação rápida de múltiplos itens sem contato visual direto.

Comunicação por aproximação

Troca rápida de informações e pareamento entre dispositivos compatíveis por aproximação.

Scanner 1D/2D

Captura rápida de códigos utilizados em logística, indústria e varejo.

Indústrias e mercados que já utilizam este equipamento no dia a dia operacional.

Logística
Setor

Logística

Centros de distribuição, armazenagem, transporte, inventário, picking e expedição.

Indústria
Setor

Indústria

Operações fabris, produção, rastreabilidade, qualidade e movimentação de materiais.

Varejo
Setor

Varejo

Lojas físicas, estoque, consulta de preços, atendimento e reposição de produtos.

Condições físicas e locais onde este equipamento opera — armazém, área externa, câmara fria e outros cenários.

Armazém
Ambiente

Armazém

Uso em operações de armazenagem, movimentação interna, conferência e controle de mercadorias.

Centro de Distribuição
Ambiente

Centro de Distribuição

Indicado para operações de alto volume, picking, recebimento, expedição e rastreabilidade em centros de distribuição.

Produção / Manufatura
Ambiente

Produção / Manufatura

Indicado para operações de produção e manufatura que exigem rastreabilidade de materiais, controle de processos, apontamento de produção, identificação de componentes e integração com sistemas ERP, MES e WMS. Utilizado para aumentar a precisão operacional, reduzir erros de apontamento e melhorar a visibilidade dos processos produtivos em tempo real.

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